LEITURA, ESCRITA E ORALIDADE
A leitura a escrita e a fala (oralidade) não se realiza da mesma forma para todos. Em primeiro lugar temos que saber para que serve a língua escrita e como funciona.Pois a escrita passa por transformações em relação a diversos contextos, asim como a fala que reflete de forma significativa na escrita.
Uma criança que fala errado, por exemplo trocando o "v" pelo "f", vai escrever errado.
Segundo as autoras Maria Isabel D. Zen e Loli Favielo, no que concordo, "As relações da leitura, escrita e oralidade são construídas a partir de determinadas práticas culturais e estruturas sociais e de acordo com as demandas /necessidades da escola".
Não falamos sempre do mesma forma, nem escrevemos sempre adotando o mesmo estilo, varia,pois a escrita e a fala não são modalidades fixas,formais, sofisticadas, coloquiais ou planejadas ( Kleiman,1995).
Concordo com vários autores que dizem que o processo da escrita se inicia muito antes do que imaginamos, quando a criança começa a tomar conhecimento de materiais escritos ou com figuras, mesmo sem saber ler,atrvés dos desenhos, das letras e da imaginação começa a ler sem mesmo o saber.
Segundo a psicopedagoga Emília Ferreiro a criança pensa sobre a escrita.
Recordo-me de um episódio quando lecionava em uma escolinha infantil, jardin A, crianças de 3 a 4 anos, gostavam muito de manusear livros de história, eu sempre contava as histórias para elas,já sabiam de cor cada uma delas,mas um certo dia levei um livro diferente com outro estilo de história da qual não conheciam muito, pediram para eu ler,mas o João, um menininho de 3 anos e meio, pegou o livro e pediu para ler para nós, disse que podia. Ele pegou o livro e de acordo com as gravuras começou a contar a história, que foi tão bem interpretada que achei que conhecia, para minha surpresa, quando perguntei para sua mãe, disse-me que não nem ela a conhecia.
Monday, September 07, 2009
Saturday, August 29, 2009
PROFESSORES INVESTIGADORES
Na aula presencial do SI VII no dia 26 de agosto, fomos desafiadas a entrar no papel de um investigador, analizar uma sacola de lixo inorgânico, tentar descobrir qual o perfil ou perfis das pessoas que geraram aquele lixo, levantar hipoeses,evidências e indícios.
Na aula presencial do SI VII no dia 26 de agosto, fomos desafiadas a entrar no papel de um investigador, analizar uma sacola de lixo inorgânico, tentar descobrir qual o perfil ou perfis das pessoas que geraram aquele lixo, levantar hipoeses,evidências e indícios.
Foi um tabalho de investigação bem detalhado, em cima das evidências, como notas de lojas, caixas de remédios, objetos pessoais, de higiene, beleza, adornos, para podermos montar o perfil da família que gerou aquele lixo.No meio da investigação,nos passamos em um item, por termos certeza do que era, por uma única informação, e não investigamos a fundo, no que esse pequeno detalhe que mudou todo o contexto das nossas hipoteses, mudando assim toda a investigação. Assim também às vezes acontece com nossos alunos, quando chegam em nossas mãos e recebemos os famosos recadinhos do professor anterior "esse não que nada com nada, vive no mundo da lua, não gosta de fazer os temas,etc."
Mas será que é isso mesmo? Ou como no item do trabalho, achamos e não investigamos o porque dele ser assim, qual a evidência que nos prova que ele tem algum problema?Ou é só questão de investigar o que acontece com essa criança, em que contexto familiar ela vive?
Poia às vezes é uma coisa tão pequena, basta incentivá-la levantar a auto estima,valorizá-la, por isso temos que ser investigadores com nossos alunos, um pequeno gesto pode mudar o futuro deles.
Monday, August 17, 2009
Volta às aulas

As férias terminaram, porém agora vem a etapa mais difícil, com a ameaça da gripe H1 e N1, o medo dos pais, professores e alunos, as salas de aulas com poucos alunos, quando uns vem outros não, com o conteúdo a vencer, situação complicada, além de tudo temos que reforçar as instruções de higiene e adequá-las a nova realidade, mais um desafio para nós,"As Super Professoras", ha ha ha.
Bom trabalho e bom retorno para todos.
Friday, July 24, 2009
FÉRIAS

Aproveitem para descançar bastante,pois cada vez mais próximo do final, nossos semestre ficam mais dificeis e mais trabalhos, então vamos aproveitar par RECAREGAR BEM ESSAS BATERIAS para que não nos deixem no meio do caminho,aproveitem para descanças bastante, beijos e bom descanço para todos do PEAD.
Tuesday, June 09, 2009
Índios
NOSSOS ÍNDIOS
Passados mais de meio século do descobrimento do Brasil, onde nossos índios foram forçados a se esconderem e negarem suas origens por pressões políticas, religiosas e econômicas, roubados de suas terras e descriminados, ainda encontramos aqui tribos como mostra no vídeo,nunca vistos antes. Apesar de toda a caminhada,com a criação do movimento indígena,da FUNAI, e o reconhecimento, o resgate da dignidade e cultura, que possibilitam uma nova consciência étnica do índio, tornando-o orgulhoso de sua origem. Isso nos faz pensar na imensidão desse país, que até hoje descobre tribos indígenas praticamente desconhecidas, e em muitos outras pontos, como a educação em várias regiões, como está sendo vista? Ainda bem que em regiões com grande população indígena, já estão conscientes e introduzindo a língua indígena nas escolas, um resgate para a nova geração.
Passados mais de meio século do descobrimento do Brasil, onde nossos índios foram forçados a se esconderem e negarem suas origens por pressões políticas, religiosas e econômicas, roubados de suas terras e descriminados, ainda encontramos aqui tribos como mostra no vídeo,nunca vistos antes. Apesar de toda a caminhada,com a criação do movimento indígena,da FUNAI, e o reconhecimento, o resgate da dignidade e cultura, que possibilitam uma nova consciência étnica do índio, tornando-o orgulhoso de sua origem. Isso nos faz pensar na imensidão desse país, que até hoje descobre tribos indígenas praticamente desconhecidas, e em muitos outras pontos, como a educação em várias regiões, como está sendo vista? Ainda bem que em regiões com grande população indígena, já estão conscientes e introduzindo a língua indígena nas escolas, um resgate para a nova geração.
Tuesday, June 02, 2009
Sunday, May 31, 2009
Palestra

No primeiro dia ,na abertura contamos com a palestra do professor e filósofo Mário Sérgio Cortella, professor da PUC de SP, que deixou o público extasiado, com sua cultura, sabedoria e simplicidade, algumas de suas frases para pensarmos:
* A vida é muito curta para ser pequena.
* Orientar a busca do conhecimento para despertar o prazer de aprender.
* Trazer conteúdos que despertem o prazer de aprender.
* Capricho é fazer o teu melhor nas condições que tem.
* Temos que formar e sermos formadores para que a vida se eleve.
* O saber tem que transbordar.
* O poder do saber a serviço da coletividade da vida.
* Conheço muitos que não puderam quando deviam, por que não quiseram quando podiam.
Salão

O evento aconteceu de 27 a 29 de maio, no Campus Central da UFRGS.
Todos os participantes, seja da Graduação como da EAD, estão de parabéns, pois foram três dias de muitas aprendizagens e deleite, com os relatos e as exposições, foi uma experiência ímpar, que emocionou todos que participaram e todos os relatos da EAD estavam empolgantes, transmitindo sabedoria e tranquilidade, passando a experiência dessa modalidade para todos com firmeza e conhecimento, e o Pólo de Alvorada como sempre participando consideravelmente.
Somos todos iguais
Assistindo o video:
Atendimento Educacional Especializado
Deficiência Física.
¨O deficiente físico não é deficiente cívico, tem direitos e deveres¨ Diz o decreto 3298 de 1999, que a deficiência física é uma alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando comprometimento da fução física. Mas os conceitos que a organização mundial de saúde nas trouxe, amplia essa definição e gera novas perspectivas na concepção da deficiência física, pois deixou claro que a deficiência não é um sinônimo de incapacidade. Devemos dar ao deficiente o direito de explorar suas aptidões e qualidades, temos vários exemplos da capacidade de pessoas com defeitos físicos que desenvolvem aptidões extraordinárias, compensando a sua deficiência física, basta oportunizar-lhes espaços de convivência e etimulá-los, veja o video.
REFLEXÃO
Os seus esclarecimentos veio de encontro ao que nós temos percebido que anda acontecendo a algum tempo com as famílias dos alunos, estão transferindo seus deveres para a escola, mas segundo o ECA, não é bem assim, onde fica os deveres da família?
Segundo ela o papel da escola é formação,aprendizado, e o papel da família é valores, educação e limites.O professor tem que ter autoridade e não ser autoritário.
Ao meu ver está faltando esclarecimento para as famílias, que parecem ter perdido o significado do papel delas.para isso achamos interessante promover uma palestra com a vereadora Maria Celeste, sobre o ECA, para os pais se concientizarem do seu papel e do papel da escola.
¨O professor tem que ter autoridade e não ser autoritário¨.
Saturday, May 02, 2009
CLUBE DO IMPERADOR

Ao assisti o filme"Clube do Imperador", Lembrei-me de Paulo Freire, Quando escreveu,"Ninguém nasce feito. Vamos nos fazendo aos poucos, na prática social que tomamos parte"
Levou-me a refletir de quantas vezes nos cobramos e nos perguntamos se não falhamos com um ou outro aluno, quando procuramos de todas as maneiras despertar os interesses pelas aulas, passar os verdadeiros valores, e não conseguimos, achamos que como educadoras falhamos, mas o filme me fez refletir e analisar, nem sempre depende de nós educadoras.
A educação começa em casa, e a família desenvolve um papel fundamental neste processo, assim como a família, os amigos e o trabalho.
Só a escola, não tem força para mudar sozinha,o carácter de um ser humano.
O sistema educacional só vai funcionar quando família, governantes e escola falarem a mesma língua e tiverem a mesma meta, pois estão invertendo os papéis, colocando toda responsabilidade na escola.

Ao assisti o filme"Clube do Imperador", Lembrei-me de Paulo Freire, Quando escreveu,"Ninguém nasce feito. Vamos nos fazendo aos poucos, na prática social que tomamos parte"
Levou-me a refletir de quantas vezes nos cobramos e nos perguntamos se não falhamos com um ou outro aluno, quando procuramos de todas as maneiras despertar os interesses pelas aulas, passar os verdadeiros valores, e não conseguimos, achamos que como educadoras falhamos, mas o filme me fez refletir e analisar, nem sempre depende de nós educadoras.
A educação começa em casa, e a família desenvolve um papel fundamental neste processo, assim como a família, os amigos e o trabalho.
Só a escola, não tem força para mudar sozinha,o carácter de um ser humano.
O sistema educacional só vai funcionar quando família, governantes e escola falarem a mesma língua e tiverem a mesma meta, pois estão invertendo os papéis, colocando toda responsabilidade na escola.
MOSAICO
A atividae om o masaico surgiu de uma curiosidade de um aluno e introduzida no conteúdo do trimestre.
Como já tinhamos estudado a origm do homem, surgiam as perguntas, se todos nós somos originários da África, como somos diferntes?
Assim começou as indagações, discuções e as pesquisas, diante das informações obtidas, nasceu a curiosidade de suas próprias descendências.
Depois de pesquisarem com a família as suas raizes, nasceu a idéia do mosaico, pois pedi que trouxessem fotos das pessoas da família
O tabalho foi muito rico e gratificante,descobrimos que a maioria dos alunos tem uma ou mais descendências iguais,mas também um pouco de preconceito em relação a raça nega por parte de alguns alunos.
Tuesday, April 21, 2009
Educação

O direito de toda criança deficiente ou não em frequentar a classe regular, está assegurada pela Constituição desde 1988, em todos os níveis de ensino.
Mas,mesmo sabendo disso algumas escolas (particulares) se recusam a aceitar crianças deficientes,com medo,se dizem não preparadas para lidarem com essas crianças, em parte não tiro completamente a razão delas, pois nós professores também nos sentimos muito inseguros com essa situação, não por não aceitá-las,mas por não nos oferecermos suporte profissional, qualificação para professores.
Isso gera insegurança , como lidar com essas crianças, para incluí-las ao grupo, sem que se sintam excluídas?
A nós professores, resta pesquisarmos e estudar a melhor forma de atendê-las tentando entendê-las, usando muitas vezes a nossa intuição e muito carinho.
Os pais e a escola tem o direito de exigir das autoridades um Atendimento Educacional Especializado.Onde a criança é atendida em turno inverso ao da classe que estuda, ela não vai aprender o mesmo do turno normal, não é um reforço, mas um complemento à educação, aprendem a lidar com o conhecimento,fazendo com que sintam do que são capazes, dentro de suas condições de aprendizagem, fornecendo melhores condições de se apropriarem do conhecimento na classe comum, é uma aula diferenciada, onde vão se conhecendo e entendendo o porque de agirem daquela maneira, tendo condições para que possam ultrapassar as barreiras e as limitações impostas pelas suas próprias limitações, e terem condições de trabalhar melhor na sala de aula comum.
Monday, April 13, 2009
REAVALIANDO
Oi, Daiane
Lendo o teu comentário, percebi que limitei-me a algumas experiências pessoais,onde uma amiga com a filha portadora de Sídrome de Down, quando quis matricular em uma escola particular, das 11 visitatas 10 a rejeitaram, mais ou menos o que assisti no video sobre Atendimento Educacional Especializado, " Aspectos Legais e Orientação Pedagógica"(AEE).Com:
Drª Maria T. Eglér Mantoan9Faculdade de Educação-Unicamp.SP)
Drª Ana Cláudia Brandão
Drª Eugênia Augusta G. Fávero
Prfª Francisca Edna da S. Maia
Marisa Ferreira Amoral Lara ( membro da ONG "Grupo 25 para pessoas com símdrome de Down" SP).
Embora as escolas particulares possuem a porcentagem menor de alunos com defeciência que as públicas,mas ainda não avaliei o número de escolas públicas e particulares,para poder comparar as porcentagens.Pois segundo esse site as escolas particulares estão em "desvantagem".
http://www.oei.es/quipu/brasil/educ_especial.pdf
Lendo o teu comentário, percebi que limitei-me a algumas experiências pessoais,onde uma amiga com a filha portadora de Sídrome de Down, quando quis matricular em uma escola particular, das 11 visitatas 10 a rejeitaram, mais ou menos o que assisti no video sobre Atendimento Educacional Especializado, " Aspectos Legais e Orientação Pedagógica"(AEE).Com:
Drª Maria T. Eglér Mantoan9Faculdade de Educação-Unicamp.SP)
Drª Ana Cláudia Brandão
Drª Eugênia Augusta G. Fávero
Prfª Francisca Edna da S. Maia
Marisa Ferreira Amoral Lara ( membro da ONG "Grupo 25 para pessoas com símdrome de Down" SP).
Embora as escolas particulares possuem a porcentagem menor de alunos com defeciência que as públicas,mas ainda não avaliei o número de escolas públicas e particulares,para poder comparar as porcentagens.Pois segundo esse site as escolas particulares estão em "desvantagem".
http://www.oei.es/quipu/brasil/educ_especial.pdf
INCLUSO: "Grotox" na Casa da Música
Pesquisando na Internet, sobre educação especial, encontrei esse video que achei muito interessante, onde crianças com ou sem deficiência integram-se, socializam-se e harmonizam-se com a música, o teatro e a dança, conseguem mostrar do que são capazes.
INCLUSO: "Grotox" na Casa da Música
INCLUSO: "Grotox" na Casa da Música
Sunday, April 12, 2009
Atendimento Educacional Especializado

Nós professores temos uma certa resistência em aceitar na classe comum uma criança com deficiência, por não nos sentirmos preparados para ensinar essas crianças, porém ao assistir o video e escutar a Drª Eugênia Augusta G. Fávero explicar sobre o Atendimento Educacional Especializado, onde não se ensina para essas crianças as coisas que ela poderia aprender na classe comum, mas sim complementar a educação delas, ensinando neste atendimento o que ela necessita para que possa ultrapassar as barreiras, as limitações imposta pelas suas próprias limitações e ter condições de trabalhar melhor na sala de aula comum, que deve ser em turno inverso para não prejudicar a frequência na aula regular, neste caso a classe especial deixa de existir poque o Atendimento Educacional Especializado tem uma nova interpretação completar e não substituir.
Pois é muito importante eninar o aluno com deficiência a lidar com o conhecimento, ou seja, fazê-lo sentir de que é capaz, dentro das condições dele de aprender, de participar com os demais colegas da aula. Esse atendimento pode oferecer para ele condições de se apropriar melhor do conhecimento na escola comum, isto é, uma aula diferenciada onde ele vai se conhecer e entender porque age daquela maneira.
As escolas públicas e privadas precisam dar para esses alunos as respostas educacionais completas de que eles necessitam, e essa resposta é ensino comum e quando necessário o ensino especializado.
Embora algumas escolas públicas estão entendendo e se adequando,as escolas privadas são mais resistentes,entendendo que se a criança tem um atendimento clínico, está bom, não valorizando e entendendo, que o atendimento educacional especializado é diferente e necessário.
Na Constituição diz que toda criança tem direito a escola regular , tendo ou não deficiência, desde 1988.
Os pais tem direito de exigir que a escola tenha Atendimento Educacional Especializado.Isso é um sonho, que todas escolas públicas e privadas,tenham condições e profissionais especializados para atender essas crianças,mas que podemos tornar realidade e assim acabar com nossa resistência em aceitar essas crianças na classe regular, mas para isso toda comunidade escolar deve se unir e conscientizar os pais de crianças que não possuem nenhuma deficiência, de quanto isso é importante, tanto para essas crianças como para seus filhos.
Saturday, April 11, 2009
Um novo olhar

Reformulando nossos conceitos
O texto de Fernando Becker" Construtivismo",é muito interessante e me levou a pensar e a analisar, vendo minha escola no dia a dia com outro olhar, mais crítico e observador , inclusive sobre mim mesma. Pois dizia-me meio contra o construtivismo, só que a minha metodologia é baseada no construtivismo, e aí?
Sempre acreditei que o aluno trás uma bagagem consigo, isto é, já possui algum conhecimento, que adquiriu desde o nascimento com experiências concretas interagindo com o mundo exterior, para a construção de novos conhecimentos.
Assim como nós professores, sempre pensei que o professor deve participar do processo de ensino-aprendizagem,(estimulando, desafiando,etc.) havendo uma troca, enquanto ensina aprende e vice-versa, assim ambos se apropriam do conhecimento e o aluno tem oportunidade de construir e desconstruir conceitos com a orientação do professor.
Muito importante também que o aluno vivencie as experiências(visualize, escute,manipule e se aproprie).
No texto descobri muito da minha prática.
Comecei a observar alguns colegas e conversar sobre o que entendiam por construtivismo, então entendi porque era meio contra, segundo algumas colegas, construtivismo era deixar os alunos fazerem o que queriam, sem orientação do professor, outras que se diziam construtivistas eram na realidade tradicionais.
Vi que dentro de uma mesma escola, mesmo tendo o PPP que a rege e define uma metodologia, na verdade existem várias, diferentes.
Vivendo, aprendendo e reformulando nossos conceitos.
Wednesday, March 25, 2009
Thursday, March 19, 2009
REFLEXÃO
AULA PRESENCIAL
Na aula presencial do dia 18, a apresentação dos PAs, a discussão, a integração de todo o grupo e dos pequenos grupos foram muito ricas e esclarecedoras, mostrando para nós autores dos PAs, a nossa evolução, mas também o quanto podemos nos aprimorar mais e o quanto já caminhamos e ainda temos à caminhar.Com as orientações e debates da parte das professoras e dos colegas, começamos a ter um outro olhar e descobrir pontos que até ali encontravam-se obscuros,com esse olhar mais detalhado e profundo, buscando sempre "debulhar"( como disse a professora Bia)os projetos para produzirmos cada vez melhor.
Na aula presencial do dia 18, a apresentação dos PAs, a discussão, a integração de todo o grupo e dos pequenos grupos foram muito ricas e esclarecedoras, mostrando para nós autores dos PAs, a nossa evolução, mas também o quanto podemos nos aprimorar mais e o quanto já caminhamos e ainda temos à caminhar.Com as orientações e debates da parte das professoras e dos colegas, começamos a ter um outro olhar e descobrir pontos que até ali encontravam-se obscuros,com esse olhar mais detalhado e profundo, buscando sempre "debulhar"( como disse a professora Bia)os projetos para produzirmos cada vez melhor.
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